
Não dá pra negar que se tem uma mulher que é poderosa, essa é uma mãe! Existe mulher com mais poder, dedicação, atenção, paciência e mais alguns tantos atributos [alguns dispensáveis, diga-se de passagem] do que um ser que consegue gerar, dar a vida e cuidar de um outro ser? Dá até medo.
Nunca pensei em ser mãe e jamais foi meu plano de vida essa responsabilidade pro resto da vida. Na verdade, sempre coloquei na cabeça que não poderia ter filhos [e até hoje penso nisso]. Acho que foi essa a forma que achei para mascarar o tal ‘instinto materno’ que todas nós temos ou o fato de ver quase todas as amigas adolescentes serem mães cedo, por descuido e perderem uma boa parte da vida. Também coloquei na frente da maternidade outras prioridades, como uma faculdade, um emprego, um namorado sem igual e minha família estruturada. Mesmo com tudo dentro dos conformes, sinto que algumas coisas ainda estão meio sem sentido. Será o meu relógio biológico já gritando, se manifestando?
Meu alarme disparou quando fui à festinha de diadasmães no colégio da Isabella, minha sobrinha querida e amada. Não sei se foi o clima [muito amor no ar!] ou um bando de criancinhas e mães babonas, mas enquanto a criançada ia cantando musiquinhas de gratidão e dedicação, me senti um e.t, chorando feito boba e começando a repensar esse meu conceito de não querer ter mini cópias minhas ou do Flô. E descobri que sim, um dia quero poder sentir esse tal sentimento inigualável que as mulheres dizem que é o tal do amor mãe/filho, onde se mata ou se morre pela cria, essas coisas todas que só fazem sentido para aquelas mulheres que estavam naquela apresentação, chorando feito eu, mas com um motivo mais nobre.
Antes de começar a mudar o pensamento sobre o assunto, preciso parar de enxergar as crianças [principalmente bebêzinhos gorduchos e bonitinhos] como seres que choram de madrugada, dormem/mamam/sujamfraldas e te roubam um pouco de paz e personalidade. Preciso ainda realizar um dos dois projetos que tenho para daí sim me entregar ao deleite maternal: conhecer Paris [e comprar uma casa, mas isso ficará mais pra frente]. E caso meu reloginho não ajude, nada como um processo de adoção para me realizar. De qualquer maneira, quando for a hora, deixarei de dormir tranqüila por causa do choro do bebê que será o mais lindo do mundo! Juro.
Ai tãaaaaaaaao lindo esse post Tatita!
ResponderExcluirVc vai ser uma mãe muito espoleta, já até tô imaginando...
E quem sabe me animo e tb resolvo "encomendar" o pacotinho???!!!
Assim além de trocarmos figurinhs sobre modas etc, tb sobre bebes...huahuahha
beijocas!!